Inconformundo

O mundo dos inconformados

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Não tema

Medo. Pavor. Fobia. Pânico. Onde vamos parar? No suicídio talvez?

É muito mais fácil lidar com o medo quando temos alguém em torno de nós, que nos dá segurança e confiança para seguir adiante. Mas nem sempre é assim, muitas vezes nos encontramos sozinhos no momento, e dependemos exclusivamente da nossa coragem.

Um exemplo só, não existe. Os tipos de medos são muitos. Cada um tem medo de algo diferente. De insetos, do escuro, de espíritos, de sentimentos, do futuro, etc.

Agora, como proceder se o medo tira toda nossa iniciativa, e nos sentimos podados por ele? Deixaremos de agir de acordo com o que parece mais sensato? É muita pretensão pensar assim. Toda essa psicologia traz à tona, sentimentos que estão guardados há muito tempo, mas o maldito medo fica o ofuscando. Infelizmente, é possível a existência de pessoas que passam a vida inteira fugindo de suas sinas, deixando de cumprir seu papel, e ficando infelizes até a morte.

Morte. Parece um pouco forte falar assim. Mas não pára por aí. Ainda vem muito mais. Outras chances, outros medos, outra coragem talvez. Mas por que esperar se temos a oportunidade agora? Temo a oportunidade agora. Mas não tema. Vá. Feche os olhos e vá. O que tiver que ser, será. O que é bom vigora. O que não é, muda. Pode sim ser o contrário, mas como saber se não tentar.

Outros exemplos estão aí. O que seria se Gandhi, Mandela e Luther King deixassem seu medo dominar? A coragem é o primeiro passo para grandes atos, grandes feitos. É claro que coisas ruins partem daí também, mas se deixarmos de fazer TUDO com medo de que o ruim apareça, então nunca teremos a chance de conseguir coisas boas.

Renove seus atos. Veja o que é bom e faça que isso floresça cada vez mais. Porque essa flor quer crescer, mas precisa ser aguada.

É infinito.

Cronologia abstrata

Peço desculpas pela ausência na semana passada, não tive como escrever o texto, por falta de tempo, o que nos leva ao tema dessa semana.

Por Thales Mequi (@thalesmequi)

Deixando de lado a visão material e capitalista, o tempo, antes de tudo, é uma atribuição abstrata que o ser humano impôs à rotina dos seus dias. Se pararmos para analisar, não existe algo que prove o tempo. O dia e a noite não são atribuições do tempo, mas da rotação da Terra, pra quem ainda não sabe. Mas cada um de nós cresce aprendendo dessa forma e tomando o dia e a noite como marcadores de tempo. Atualmente, é de suma importância ter o controle cronológico da vida, não vivemos mais em cavernas (a maioria), precisamos disso.

Saber administrar o próprio tempo é algo difícil, visto que imprevistos acontecem. A única coisa que podemos fazer é torcer para que tudo corra bem e não quebre as programações feitas previamente. E estou falando de ‘programações’ para o dia de amanhã, não para o futuro longínquo. Por isso, adeptos acirrados do carpe diem, não me crucifixem. E quem espera o dia amanhecer para ver o que fará, realmente não tem nada pra fazer. Aproveite, será por pouco tempo.

Mais uma vez, estamos presos a um impasse, um looping, e não acaba mais. Feliz aquele que entender o tempo e o que ele propõe. Pensando agora, é provável que ele seja personificado, que seja uma entidade inteligente, que brinca conosco. E não podemos fazer nada, apenas nos equilibrar nesse plano inclinado que insiste em nos derrubar.

Para finalizar, seguindo a estrutura de texto usado pelo Walderramos, vos deixo também uma frase.

“O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel.” (Platão)

Transa, céu e chão

Vale lembrar que trânsito não é apenas de veículos motorizados, mas também de pessoas, ciclistas e tudo mais. É claro que a imprudência de quem está em um automóvel acaba trazendo consequências maiores, por isso é uma responsabilidade maior também. Não é plausível dizer que a falta de senso no trânsito é maior hoje em dia, e que antigamente o número de acidentes era menor. Hoje é muito mais fácil conseguir um automóvel, a tecnologia reduziu o custo, as empresas facilitam para os clientes, o mundo mudou, não o ser humano. Mas é justamente isso que acarreta toda a tragédia que vemos nos jornais, o indivíduo se adapta às mudanças e cria sinas que não existiam. Não ligam pra mais nada.

Seguindo, como disse antes, o trânsito também é de pedestres, ciclistas, etc. Aprendemos ao tirar a carta de habilitação que o automóvel deve sempre respeitar o pedestre. E nessa filosofia de bar, fica embutida a ideia de que o pedestre pode fazer tudo. E não pode! Pra que existe faixa de pedestre? Em uma rua pouco movimentada, eu não digo nada, mas uns insistem fazer isso em grandes avenidas. Existe uma coisa chamada ‘passarela’, fica na rodovia. Use-a! Depois o motorista tem culpa.

Faça bom proveito da sua vida, preserve-a, que dessa forma, quando o assunto é trânsito, você acaba ajudando os outros também. O uso da bicicleta está crescendo muito nas cidades onde o trânsito ficou grande e lento. Além de saudável, acaba se tornando prático. Mas não posso falar nada.

Certo dia, vi uma reportagem falando de um carro que vira ‘avião’, ou algo do tipo. Sim, é isso, o carro voa. Então pensei: o que vai acontecer quando um carro desses entrar no mercado e se tornar ‘acessível’? Irá mudar toda legislação, não só de trânsito, serão incluídas novas regras para o céu, para o chão, para prédios e grandes centros. Novas arquiteturas, novos aeromodelos, novas pistas que suportem pousos, etc.

Será um caos?

Será diferente, o céu será popular, como a rua foi um dia.

Vim em paz

Por Thales Mequi (@thalesmequi)

Será que estamos sozinhos?

Será que estamos sendo visitados?

Será que estamos sendo observados? Estudados? Assassinados? Estuprados? PAROU!

Saiba mais

O todo

Por Thales Mequi (@thalesmequi)

Começamos o ano fazendo um rápido planejamento de todo o percurso que percorreremos, e sabemos que as coisas podem dar certo ou errado. Fazemos planos familiares, econômicos, pessoais, etc. A questão é que, independente da forma como agimos, estamos em constante trabalho. Inconscientemente ou não. Tudo depende do quanto nos conhecemos e de que forma tratamos os limites estabelecidos pela natureza.

Trabalho, hoje em dia, pode ser um sinônimo de ‘esforço’, ou mesmo de ‘proatividade’, tudo vai de acordo com o contexto cultural analisado.

Deixando um pouco de lado a parte científica e filosófica e partindo pra prática, trabalho é aquilo que se faz. Se uma atividade não gera nada, então não é trabalho. Trabalho é aquilo que gera algo útil. A questão é: útil pra quem?

Nunca trabalhamos completamente sozinhos, podemos ter participação direta e/ou indireta de outras pessoas. Tais como suporte presencial, físico e material, e também como a influência da mídia, respectivamente.

Agora deixando de tratar o trabalho com um conceito tão amplo e o vendo como instrumento de sobrevivência no mundo contemporâneo, podemos entender quão suma é sua importância. O mundo é capitalista, inevitavelmente. Ainda não temos maturidade moral pra manter um mundo socialista em ordem, de forma que a qualidade de vida aumente e tenhamos bom senso geral. Visto isso, nos rendemos às imposições da matéria, alguns se escravizando, outros se desligando de tudo. Cada trabalho tem seu mérito, por isso não devemos nos precipitar em julgamentos. A verdade é que não deveríamos julgar nada. Devíamos nos julgar. Que contradição é a vida.

Acabando com todo esse nonsense surreal e mágico, apenas deixo seus corações tocados pela esfera cósmica do que chamamos de ‘felicidade’.

Trabalhe, seja útil, que a felicidade chega.